Precisamos de uma nova apologia
A Teologia Apologética ficou tão fora de moda, tão colada à escolástica, tão centrada nos milagres como razões para crer, que teve de mudar nome. Hoje chama-se Teologia Fundamental. Serve para falar de coisas como Fé, Razão, Porquê crer em vez de não crer, Que Credibilidade, Que possibilidades de crer. É um espaço onde teólogos e filósofos se dão bem. Debatem. Antes era espaço de confronto. Agora (desde há umas décadas) é de diálogo.
Porém, a leitura de um livro de Teologia Fundamental, académico, pode levar o não iniciado a pensar : "Hummm... Isto é tão estéril. As razões para crer não podem ser ditas de outra forma mais simples?" Precisamos de uma Nova Apologia. Uma que use a linguagem directa de antigamente, com o pensamento da actualidade. Uma que diga por que é que crer é melhor do que não crer. Que mostre que crer é (ou pode ser) de pessoas críticas e não ingénuas, no mundo actual e não a olhar para o passado, de intelectualmente adultos (e não infantis), de urbanos e não apenas de rurais, de tecnológicos e não apenas de tradicionais.
A Teologia Apologética ficou tão fora de moda, tão colada à escolástica, tão centrada nos milagres como razões para crer, que teve de mudar nome. Hoje chama-se Teologia Fundamental. Serve para falar de coisas como Fé, Razão, Porquê crer em vez de não crer, Que Credibilidade, Que possibilidades de crer. É um espaço onde teólogos e filósofos se dão bem. Debatem. Antes era espaço de confronto. Agora (desde há umas décadas) é de diálogo.
Porém, a leitura de um livro de Teologia Fundamental, académico, pode levar o não iniciado a pensar : "Hummm... Isto é tão estéril. As razões para crer não podem ser ditas de outra forma mais simples?" Precisamos de uma Nova Apologia. Uma que use a linguagem directa de antigamente, com o pensamento da actualidade. Uma que diga por que é que crer é melhor do que não crer. Que mostre que crer é (ou pode ser) de pessoas críticas e não ingénuas, no mundo actual e não a olhar para o passado, de intelectualmente adultos (e não infantis), de urbanos e não apenas de rurais, de tecnológicos e não apenas de tradicionais.

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